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Barroso autoriza condução coercitiva de Carlos Wizard para prestar depoimento à CPI

Por Redação em 18/06/2021 às 20:09:45

Integrantes da CPI suspeitam que empresário integre 'gabinete paralelo' de assessoramento a Bolsonaro. Segundo defesa, ele está nos EUA. Depoimento seria nesta quinta, e Wizard não compareceu. Carlos Wizard, empresário

Instagram/Reprodução

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta sexta-feira (18) a condução coercitiva do empresário Carlos Wizard para prestar depoimento à CPI da Covid.

A convocação de Wizard foi aprovada diante da suspeita de integrantes da comissão de que ele integre o "gabinete paralelo", que teria assessorado o presidente Jair Bolsonaro em assuntos relacionados à pandemia.

O depoimento do empresário à CPI estava marcado para quinta (17), mas Carlos Wizard não compareceu. Segundo a defesa, ele está nos Estados Unidos, acompanhando o tratamento de saúde de um familiar.

Diante do não comparecimento, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), pediu à Justiça a condução coercitiva e a retenção do passaporte do empresário. A retenção já foi determinada pela Justiça Federal de Campinas (SP).

Mais cedo, nesta sexta-feira, a Polícia Federal esteve na casa e em uma empresa ligada a Wizard.

CPI da Covid: saiba quem é Carlos Wizard e por que foi convocado

Barroso rejeitou a um pedido da defesa de Wizard, que alegava a condição de investigado dele pela CPI impedia o cumprimento da medida.

“Diante disso, as providências determinadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito, no sentido do comparecimento compulsório do paciente, estão em harmonia com a decisão por mim proferida. Naturalmente, se houver qualquer espécie de abuso na sua execução, poderá o impetrante voltar a peticionar. Mas, por ora, este não é o caso”, escreveu o ministro.

Pedido da defesa

Ao Supremo, a defesa afirma que a CPI tem que conferir o tratamento adequado ao empresário, que é de investigado. “Tem-se que r. Comissão Parlamentar de Inquérito ao contrário do contido na Ordem concedida por Vossa Excelência, não está conferindo ao paciente o tratamento no sentido jurídico de investigado, mas, ao contrário, está a adotar medidas ilegais absolutamente contrárias e incompatíveis com a situação jurídica conferida pela liminar concedida”.

Fonte: G1

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