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Twitter sinaliza post de Bolsonaro com mentira sobre vacina da Covid e Aids, mas mantém link no ar

Por Cidade em Foco.net em 25/10/2021 às 18:26:31

Em aviso, rede social diz que publicação viola suas regras. Facebook e Instagram removeram vídeo em que presidente propaga mentira sobre relação da vacina contra Covid e Aids. O Twitter sinalizou o post em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) promove a live em que propagou mentira sobre relação entre a vacina contra a Covid e Aids. O tuíte segue no ar, mas com um aviso de que viola as regras da rede social.

"Este Tweet violou as Regras do Twitter sobre a publicação de informações enganosas e potencialmente prejudiciais relacionadas à COVID-19. No entanto, o Twitter determinou que pode ser do interesse público que esse Tweet continue acessível", diz o alerta.

FACEBOOK tira do ar live de Bolsonaro com mentira sobre vacina da Covid e Aids

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O g1 perguntou ao Twitter por que o post permanece no ar apesar de disseminar alegações falsas e aguarda o retorno da rede social.

Twitter sinalizou post de Bolsonaro com link para live que propaga mentira sobre vacina contra a Covid

Reprodução/Twitter

A live de Bolsonaro foi ao ar na quinta-feira (21). Na transmissão, ele mencionou uma notícia falsa que diz que relatórios oficiais do Reino Unido teriam sugerido que pessoas vacinadas estariam desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) "muito mais rápido do que o previsto".

"Só vou dar notícia, não vou comentar. Já falei sobre isso no passado, apanhei muito... Vamos lá: relatórios oficiais do governo do Reino Unido sugerem que os totalmente vacinados... Quem são os totalmente vacinados? Aqueles que depois da segunda dose né... 15 dias depois, 15 dias após a segunda dose, totalmente vacinados... Estão desenvolvendo Síndrome da Imunodeficiência Adquirida muito mais rápido do que o previsto. Portanto, leiam a matéria, não vou ler aqui porque posso ter problema com a minha live", disse Bolsonaro durante a transmissão.

Em entrevista a uma rádio nesta segunda-feira (25), Bolsonaro disse que leu sobre a pesquisa em reportagem da revista Exame publicada na semana passada. A reportagem, no entanto, foi publicada em outubro do ano passado, quando as vacinas estavam sendo produzidas, e falava apenas em uma possibilidade.

O vídeo foi removido do Facebook e do Instagram. "Nossas políticas não permitem alegações de que as vacinas de Covid-19 matam ou podem causar danos graves às pessoas", disse um porta-voz do Facebook.

O YouTube, que tem políticas contra desinformação sobre a pandemia, mantém o vídeo no ar até o momento da publicação desta reportagem.

Fonte: G1

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